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  • EDITORIAL - Limpeza Sustentável

    Há uma grande expectativa da humanidade em relação aos resultados da COP-15, a Conferência do Clima da ONU, que acontecerá de 7 a 18 de dezembro em Copenhague.

    Nós da RL, esperamos que os líderes mundiais cheguem a um consenso sobre a urgência de reduzirmos rápida e drasticamente as nossas emissões de gases do efeito estufa (GEE) e iniciarmos uma trajetória real a caminho de uma sociedade de baixo carbono.

    Temos consciência que essa mudança radical não poderá ser implementada apenas por iniciativas de governos, mas demandará fortemente o protagonismo da sociedade como um todo, das empresas até os indivíduos. Não será, tampouco, simples de implementar.

    A nossa expectativa é que desse movimento deverá nascer uma nova forma de se consumir com maior consciência, e consequentemente, uma nova forma de se fazer negócios e administrar os seus impactos na sociedade e no meioambiente.

    Parcela importante de consumidores, empresas e setores empresariais já está se movimentando e modificando a sua maneira de produzir, vender, distribuir, consumir e descartar produtos e serviços.

    Um dos setores que tem se esforçado nessa direção é o da construção civil. A onda dos prédios verdes já não é mais uma tendência e sim uma realidade como mostra artigo do engenheiro Marcos Casado do Green Building Council Brasil (GBCB). No que diz respeito ao setor de limpeza profissional, os prédios verdes, uma vez construídos, pressupõem uma limpeza verde (Green Cleaning), que por sua vez, pressupõe produtos, processos e condições de trabalho dos operadores de limpeza verdes. Todos esses “green” , por ora, estão ainda numa fase mais conceitual, necessitando urgentemente serem colocados em prática.

    Portanto, é chegada a hora de um grande esforço coletivo para tornar estes conceitos recheados de alternativas concretas de fácil e simples compreensão e comprovação, caso contrário, o único green que vamos ouvir falar, infelizmente, é o greenwashing.

    A sustentabilidade da vida no planeta é um projeto coletivo e exige uma lógica diferente da que colocou o planeta todo em risco. Exige na  nova abordagem, mais colaborativa e menos competitiva para todos os envolvidos, inclusive entre
    concorrentes. A inovação é o outro elemento fundamental para que esse projeto seja bem sucedido.

    Da nossa parte gostaríamos de reafirmar o nosso compromisso de dar máxima concretude a estes conceitos inovando em produtos, processos, gestão (PPQG página 5), abordagem e campanhas de conscientização para que nossos clientes tenham a máxima garantia de que estão, cada vez mais, utilizando segura e comprovadamente,
    soluções que contribuem para uma sociedade de baixo carbono, tão fundamental para a nossa sobrevivência no planeta Terra.

    Boa leitura.

    Ricardo Vacaro

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